Automação hospitalar: conheça 4 motivos para implementá-la no seu negócio

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A rotina da gestão hospitalar vai muito além do cuidado com o paciente final e é repleta de atividades repetitivas, rotineiras, que exigem atenção e tempo para serem desempenhadas. Supervisão de equipes, acompanhamento do fluxo e dos processos, controle do orçamento, das escalas dos funcionários, gestão dos laudos médicos, manutenção de aparelhos, são apenas algumas das responsabilidades presentes no dia a dia de quem é responsável pela gestão de clínicas e hospitais. Porém, em muitos casos, já existem soluções para gestores que buscam fluidez e agilidade na execução dessas tarefas: a automação hospitalar. 

Estudos da Unicamp apontam que conceitos como Internet Médica das Coisas (mIoT), Inteligência Artificial (IA) e ferramentas de Gerenciamento Inteligente proporcionam um upgrade significativo na gestão da saúde, pois agilizam, automatizam e desempenham papéis que antes eram feitos de forma manual. Os recursos que a tecnologia na saúde trouxe são diversos, dentre eles, o armazenamento e centralização da gestão de laudos médicos, além da triagem automática e monitoramento de exames via Inteligência Artificial. 

Todas essas tecnologias representam uma revolução na medicina chamada de Medicina 4.0, ou Health 4.0, conceito inspirado no  modelo de mesma iniciativa, a Indústria 4.0.

Desse modo, automatizar processos hospitalares é seguir o rumo das principais tendências da saúde e, consequentemente, ir em direção ao futuro, obtendo soluções e resultados com maior exatidão. O resultado será oferecer as melhores práticas no cuidado ao paciente com aparelhos e tecnologias mais avançadas e eficientes no diagnóstico e tratamento das doenças.

Com tantos benefícios, por que não utilizar esse tipo de tecnologia também na administração de uma clínica ou hospital?

A automação hospitalar tem muito a oferecer à gestão, que necessita de mais precisão, segurança e agilidade em seus procedimentos. Por isso, listamos quatro motivos para gestores da área de saúde implementá-la em seu negócio. 

1.  Automação hospitalar e a centralização de informações

Uma das maiores dores de quem atua na gestão hospitalar é lidar com diferentes prontuários e sistemas que não conversam entre si, causando uma verdadeira fragmentação da informação. Muitas vezes, as informações descentralizadas são causadas pela falta de uma ferramenta comum entre toda a equipe médica, ou mesmo, pela dificuldade na integração entre plataformas, equipamentos e sistemas de diferentes modelos e marcas, o que gera desordem ao localizar e enviar informações.

Para resolver essa situação é indicado recorrer à gestão integrada, conceito que referencia vários departamentos de uma empresa, com o objetivo de gerenciar seus dados armazenados em um único lugar. Esse procedimento pode ser feito por meio de um sistema informatizado, que se encarrega de fazer a integração.

Estudos da Associação Paulista de Medicina, com mais de 2.200 médicos, de 55 especialidades, comprovam que 70% dos profissionais da saúde acreditam que o uso de soluções de tecnologia na saúde, que permitem a proteção de dados dos pacientes, são um ótimo recurso para ampliar o atendimento médico para além do consultório. 

E, mais ainda, apostar em novas tecnologias, especialmente na gestão hospitalar, permite que os médicos utilizem seu escasso tempo para focar no que é mais importante: ajudar vidas e cuidar dos pacientes sem precisar se preocupar em acessar diferentes sistemas e plataformas.

Essa centralização das informações na saúde, bem como a segurança que deve permear os dados, gera também para as instituições de saúde uma vasta gama de dados. Capazes de servir para análises e organização de dados dos pacientes, que podem suportar a tomada de decisão médica com mais assertividade, rapidez e segurança. 

2.  Garantia de segurança de dados 

As novas tecnologias na área da saúde devem vir também acompanhadas de uma minuciosa preocupação dos gestores hospitalares em relação ao tráfego e segurança de dados dos hospitais e dos pacientes. Ao automatizar a gestão hospitalar, processos antigos serão alterados e aprimorados para adentrar à Saúde 4.0. 

Um dos exemplos mais comuns na área hospitalar trata-se da armazenagem de exames e laudos dos pacientes de forma física. De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), os documentos do prontuário do paciente, que incluem os exames e laudos médicos, devem ser guardados na instituição por 20 anos. 

Além de exigir um alto investimento na armazenagem e manutenção dos exames, arquivar uma quantidade tão grande de documentos gera riscos relacionados à gestão dos dados e lentidão nos processos internos dos hospitais. Dessa forma, adotar novos sistemas de automação hospitalar seguros permitem que esses dados estejam armazenados de maneira virtual facilitando os processos internos. 

É importante lembrar que atualmente é obrigação das instituições de saúde o tratamento correto dos dados de pacientes. Caso contrário, o não cumprimento da LGPD pode causar multas de até R$50 milhões. 

A nova lei prevê taxas diárias que podem chegar a R$50 mil por mês, até que a falha seja resolvida. Além da exposição da imprensa, causadas pela divulgação das empresas infratoras em seus canais oficiais.  

Com as urgências de um cotidiano hospitalar, essas informações são muitas vezes enviadas incorretamente por canais indevidos, como e-mail, WhatsApp e outros aplicativos de mensagens. Com isso, abre-se margem para erros de atendimento, atrasos e quebra de confidencialidade. 

As informações armazenadas no sistema selecionado devem ser criptografadas de ponta a ponta. A criptografia protege dados confidenciais para que não sejam utilizados indevidamente, e caso haja vazamentos, que sejam impossíveis de serem lidos por terceiros.

3.  Redução de incidências de falhas humanas 

A incidência de falhas humanas nos processos hospitalares causam prejuízos irreparáveis para o setor da saúde, principalmente por lidar com vidas humanas. Segundo estudos da Fiocruz, o Brasil possui alto índice de erros evitáveis, de 66% a 73%, muito atrás de países como a França (27%).

Apesar do Ministério da Saúde implementar normas de segurança para diminuir esse índice, falhas humanas são recorrentes no Brasil. Configuradas nos processos administrativos por erros de digitação, problemas na inserção de dados, duplicação de documentos e outras situações que prejudicam o fluxo e processos da instituição.

Ao centralizar dados em uma plataforma de telediagnóstico segura, todas as informações ficam armazenadas na nuvem. Dessa maneira, não é mais necessário confirmar os dados dos pacientes, ao fazer novos exames. Já que os mesmos estarão cadastrados no sistema. 

A utilização de uma plataforma de telediagnóstico integrada aos sistemas contribui para várias automações hospitalares, como:

  • evita erros de digitação na inclusão de dados dos pacientes;
  • elimina a possibilidade de erro de duplicidade em exames e laudos médicos;
  • centralização dos dados dos pacientes para facilitar a avaliação médica;
  • inibição de vazamento de dados por meio de controle de acesso;
  • empresa mais sustentável, aderindo ao movimento PaperLess (sem papel); 
  • aparelhos de exames conectados a plataformas mais avançadas.
  • otimização de processos, causando mais agilidade de fluxo, assertividade e melhores resultados.  

Por isso, centralizar informações por meio de uma plataforma de telediagnóstico é uma opção de automação hospitalar. Esses utensílios tecnológicos, inspirados na Health 4.0, são recursos direcionados a acelerar processos, reduzindo eficientemente riscos e erros

4.  Automação Hospitalar para agilizar o diagnóstico dos pacientes

Uma das preocupações na gestão hospitalar é garantir que o paciente tenha um atendimento eficiente e um diagnóstico correto, de modo a evitar custos desnecessários e garantir o melhor desfecho possível.

Adotar uma plataforma de telediagnóstico abre a possibilidade de ampliar as especialidades médicas atendidas pela clínica ou hospital, além de garantir agilidade na entrega dos laudos dos pacientes, especialmente em exames realizados no Pronto-Socorro ou Emergência, que pela natureza do local demandam agilidade na entrada do protocolo de atendimento. 

Além disso, essa tecnologia permite centralizar e automatizar a operação e gestão dos laudos médicos com facilidade, segurança e praticidade. Confira alguns benefícios de automatizar o processo de laudos: 

  • modernizar o hospital adotando novas tecnologias chanceladas pelo mercado da saúde;
  • contar com uma rede de especialistas médicos à disposição 24/7, dentre cardiologistas, neurologistas e pneumologistas; 
  • acelerar e reduzir custos no processo de diagnóstico;
  • proteger os dados dos pacientes em uma plataforma com criptografia de ponta a ponta;
  • reduzir custos com armazenagem de exames e papelada desnecessária, garantindo a segurança das informações;
  • realizar a gestão centralizada dos laudos médicos com a possibilidade de controle do volume de exames em dashboards automatizados, dentre outros. 

Conte com a Neomed para automatizar a gestão de laudos médicos

O propósito da Neomed é encurtar a distância entre os sintomas e o tratamento facilitando a integração das informações, desde o cadastro do paciente até o laudo médico. 

Nossa plataforma Octopus armazena exames de métodos gráficos, como Eletrocardiograma (ECG), MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), Holter, EEG (Eletroencefalograma) e Espirometria em um só lugar. 

Além de fornecer equipe médica especializada, com baixo SLA (Acordo de Nível de Serviço), disponível 24 horas por dia. Promovendo a automação hospitalar por meio de:

  • informações centralizadas; 
  • segurança dos dados do paciente; 
  • redução de incidência de falhas humanas; 
  • agilidade e ampliação dos atendimentos. 

Acesse o nosso site, conheça mais sobre os nossos produtos e solicite uma demonstração gratuita aos nossos especialistas. Aprimorar os processos hospitalares não precisa ser algo complexo. 

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